domingo, 7 de dezembro de 2014



Vale apena ser Cristão!
(Filipenses 3:2-11)



No final do capítulo 2 da carta aos Filipenses, Paulo está recomendando que pessoas como Epafrodito sejam honrados (Fp 2:29). Afirma que ele estava pronto a dar a própria vida (Fp 2:30). Na verdade essas pessoas descobriram que existe na radicalidade do evangelho um grande desafio e algo que de fato valha à pena. Pensando neste contexto e olhando para o texto de Fp 3:2-11, quero meditar com os irmãos nesta manhã no tema “A vida cristã que vale a pena ser vivida”. São três características que estão explícitas no.

ADORA A DEUS NO ESPÍRITO (V.3a): 


Paulo apresenta a primeira característica da vida que vale à pena ser vivida que é a forma como adora. Adorar a Deus no Espírito contrasta com o problema dos cultos baseados nas coisas externas e nos rituais. O v.2 mostra que ele está apresentando esse tipo de vida afirmando ser a verdadeira circuncisão. Adorar a Deus no Espírito tem a ver com o que Jesus afirma em João 4:24 – “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” Adorar em Espírito em verdade significa adorar no espírito e por meio do Espírito Santo.

GLORIA EM CRISTO JESUS (v.3b): 


Paulo em Gálatas 6:14 declara que se gloria unicamente na cruz de Cristo. Muitos querem um cristianismo baseado em sua própria glória, em edificar seu próprio reino. Quando vivemos o verdadeiro cristianismo, Cristo é glorificado. Como João Batista que deseja que Cristo cresça e ele diminuísse. A vida cristã que vale a pena ser vivida glorifica o Senhor Jesus Cristo.

NÃO CONFIA NA CARNE (v.3c-11): 


Este é o ponto que Paulo mais investe espaço no texto para discutir. Ele mostra nos vs.4-11 que poderia confiar na sua própria carne. Teria todos os requisitos para confiar em sua próprias virtudes, mas ele diz que tudo isso ele considerou como perda. Considerou como perda para conhecer a Cristo. Por isso foi totalmente radical na sua entrega. Muitos não experimentam a totalidade do evangelho porque se entregam parcialmente. Não confiar na carne significa se entregar totalmente.

CONCLUINDO


Você tem vivido uma vida cristã que vale à pena ser vivida? Adora a Deus no Espírito, gloria em Cristo e não confia na carne? O convite de Jesus é para que vivamos essa vida que vale a pena ser vivida. Quer aceitar esse convite?

Ass: Pr Ricardo



A Paz e a Graça!

(Miqueias)

introdução


O ministério profético de Miquéias tem lugar numa época dominada por um enorme contraste, tanto em Israel quanto em Judá, entre os excessivamente ricos e os pobres oprimidos, devido à exploração da classe média de Israel (veja 2.1-5). Os ricos opressores eram apoiados por líderes corruptos políticos e religiosos de Israel. Em razão dessa má liderança, toda a nação tornou-se corrupta e digna de julgamento. Miquéias é levantado por Deus nesse cenário, para proclamar que o Santo e Justo não tolerará mais a maldade de seu povo. Os pecados morais e religiosos da ganância e da idolatria daqueles dias foram o fator desencadeador do ministério profético de Miquéias. Tenham todos uma excelente e abençoada aula!

I. O LIVRO DE MIQUEIAS

1. Contexto histórico. Ele profetizou nos dias de Jotão , Acaz e Ezequias, reis de Israel e de Judá entre 750 e 680 a.C., antes e depois da tomada de Samaria pelos assírios em 721 a.C., tendo sido contemporâneo de Oséias e de Isaías. Não há muitas informações sobre a sua vida pessoal, sabemos que ele era Morastita, ou seja, morador de Moreseti- Gate. O local fica na área em redor de Beit-Jibrim, situada a aproximadamente 32 km ao sudoeste de Jerusalém e a 27 km a oeste de Tecoa, onde vivia Amós. Seu nome (מִיכָיְהּ, Mikhayhu), significa “quem é como Jeová?” Aparentemente ele faz um jogo de palavras sobre isto em 7.18: “Quem, ó Deus, é semelhante a ti?”. Contemporâneo de Isaias e como este, serviu no reino do sul, Judá, sendo que, seu ministério iniciou depois do de Isaías e provavelmente, tenha terminado um pouco antes. Por sua origem camponesa se assemelha à Amós, com quem compartilha uma aversão às grandes cidades e uma linguagem concreta e franca, nas comparações breves e nos jogos de palavras.
2. Estrutura e mensagem. O assunto do livro divide-se em três seções: na primeira condena os pecados da Samaria e de Judá, principalmente as injustiças praticadas pelos ricos e poderosos que despojavam injustamente os pobres; a segunda começa com um vaticínio sobre a restauração de Jerusalém, sobre a qual virão as nações estrangeiras e das quais esta se libertará; a terceira corresponde a um processo contra Jerusalém devido às suas idolatrias. A mensagem de Miquéias dirigia-se a Israel e Judá, endereçada primeiramente as respectivas capitais, Samaria e Jerusalém. Suas três ideias principais eram: os pecados, a destruição e a restauração deles. Tais ideias no livro são mistura das, com transições súbitas da descrição da desolação presente à da glória futura. Samaria era a capital do reino do norte, seus governantes eram responsáveis direto pela corrupção nacional dominante. Sendo que 200 anos antes apostataram de Deus e adotaram o culto do bezerro e a baal e outros ídolos e práticas idólatras dos cananeus. Deus lhes enviara Elias, Eliseu e Amós pra fazê-los abandonar os ídolos, não aceitaram as mensagens dos profetas, já estavam amadurecidos para o golpe de morte. Miquéias chegou a ver a realização de suas palavras, os assírios levaram todo norte de Israel e em Samaria mesma tornou-se um montão. Na fronteira dos filisteus, na própria cidade natal de Miquéias foi invadida e devastada e pelos assírios, enquanto o reino do norte era derribado.

II. A OBEDIÊNCIA A DEUS

1. O conceito bíblico de obediência. O verbo hebraico šāma’ (raiz primitiva): “ouvir com inteligência – com implicação de atenção, obediência. Basicamente significa ouvir. O uso mais conhecido deste termo é para introduzir o Shemá, “Ouve, Israel”, seguido pelo conteúdo daquilo que os israelitas devem entender acerca do Senhor, seu Deus, e sobre como devem responder a Ele (Dt 6.4). Miqueias apresenta sua profecia a Judá e Israel, mostrando que Deus é o responsável por julgar a falta de temor do povo para com seu Deus. Ele denuncia os falsos profetas, os líderes desonestos e os sacerdotes ímpios que enganavam o povo e o conduziam ao pecado, ao invés de direcioná-los a uma vida mais próxima de Deus. Por mais que se pratique de forma correta os rituais que a Lei ordena, esses rituais não podem ser suficientes se o coração do povo mantinha seus pecados. Deus estava irado com Samaria e Jerusalém, pois o povo não o adorava de coração. Isso não significa que Deus abomina rituais. Ele mesmo prescreveu em Levítico a liturgia e as festas religiosas. O que deixou Deus irado foi o povo imaginar que seguindo corretamente os rituais, estariam isentos de uma vida de fé e das obrigações sociais da Lei quanto ao auxílio dos pobres. “Agradar-se-á o SENHOR de milhares de carneiros? De dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão? O fruto do meu ventre, pelo pecado da minha alma? Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o SENHOR pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a beneficência, e andes humildemente com o teu Deus?” (Mq 6.7,8). O profeta deixa claro o desejo de Deus para os israelitas, numa referência que serve também para a Igreja do Senhor: a prática da justiça, o amor à bondade e o andar de forma não soberba diante de nossos pares e do próprio Deus.
2. A desobediência das nações. O julgamento do Senhor contra Israel e Judá exemplifica e configura o julgamento divino contra todos os povos que comentem idolatria e crimes sociais.
3. A ira de Deus sobre o pecado (1.3-5). Como Miquéias estava muito interessado na injustiça social, não é de surpreender que a sua profecia fosse dirigida a Samaria e Jerusalém (Mq 1.1,5). Estas cidades eram habitadas pelas classes mais ricas e privilegiadas da sociedade, e havia muitas desumanidades sendo cometidas contra os grupos menos afortunados. Miqueias apresenta sua profecia a Judá e Israel, mostrando que Deus é o responsável por julgar a falta de temor do povo para com seu Deus. Ele denuncia os falsos profetas, os líderes desonestos e os sacerdotes ímpios que enganavam o povo e o conduziam ao pecado, ao invés de direcioná-los a uma vida mais próxima de Deus.

III. O RITUAL RELIGIOSO

1. O rito levítico. O termo hebraico para rito é mê’mar (rito, determinação, mandato), derivado do aramaico e corresponde ao termo mâ’amar (alguma coisa oficialmente dita; um decreto; mandamento). Esta palavra se origina do verbo aramaico comum ‘amar, que significa dizer. Rito é o conjunto de cerimônias e práticas litúrgicas através das quais externamos a fé. A maioria dos grupos protestantes concordam entre si que Cristo deixou à Igreja duas observâncias - ou ritos – ou sacramentos - a serem incorporadas no culto cristão: o batismo nas águas e a Ceia do Senhor. (O protestantismo, seguindo os reformadores, tem rejeitado a natureza sacramental de todos os ritos menos os dois originais). Desde os tempos de Agostinho, muitos têm seguido a opinião de que tanto o batismo quanto a Ceia do Senhor servem como "sinal exterior e visível de uma graça interior e espiritual". O problema não está na prática dos ritos, mas na interpretação do seu significado (por exemplo, o que subentende uma "graça interior e espiritual"?). Estes ritos históricos da fé cristã são normalmente chamados sacramentos ou ordenanças. Alguns empregam os termos de modo intercambiável, ao passo que outros defendem que o entendimento correto das diferenças entre os conceitos é importante para a correta aplicação teológica. O Catolicismo Romano, a Ortodoxia Oriental e algumas das denominações protestantes usam o termo "sacramento" para se referir a "um sinal/ritual que resulta na graça de Deus sendo transmitida para o indivíduo". Geralmente existem sete sacramentos nessas denominações. Eles são o batismo, a confirmação, a sagrada comunhão, a confissão, o casamento, as ordens sagradas e a unção dos enfermos. Segundo a Igreja Católica, "há sete sacramentos. Eles foram instituídos por Cristo, devem ser administrados pela igreja e são necessários para a salvação. Os sacramentos são os veículos da graça que eles transmitem." A Bíblia, ao contrário, diz-nos que a graça não é dada através de símbolos externos e nenhum ritual é "necessário para a salvação". A graça é gratuita (Tt 3.4-7). Esses cerimonialismos, contudo, não substituem o relacionamento sincero com Deus, nem proporcionam salvação (1 Sm 15.22; Sl 40.6-8; 51.16,17; 1 Co 1.14-17; 11.28,29).
2. O diálogo de Deus com o povo (6.6). O texto do capítulo 6 apresenta um exemplo clássico da ação judicial profética, onde o Senhor pleiteia os termos da aliança contra o seu povo desobediente. A mensagem inicia com uma cena de julgamento na qual o Senhor é aquele que apresenta a queixa, Miquéias é o seu enviado, os montes são as testemunhas, e Israel é o acusado (6.1,2) Como o representante de Deus, Miquéias deve acionar a causa de Deus contra o povo. Os versículos 6 a 8 apresentam uma réplica de Israel ao processo de Deus, no qual se reivindica ignorância, apresentando questões ao Senhor acerca do que é aceitável para ele. A resposta implícita é que nada é aceitável, a menos que essa pessoa esteja num relacionamento adequado com Deus e seu próximo. A perícope também mostra a inadequação do sistema sacrificial inteiro, sem o acompanhamento de uma fé obediente (Hb 9.11; 10.1-14).
3. Sacrifício humano (6.7). Mediante a progressão retórica dos sacrifícios – bezerros... milhares de carneiros... o meu primogênito - Miquéias expôs o absurdo da dependência de Israel dos ritos e sacrifícios vazios para merecer o favor divino. Tal confiança demonstrava uma profunda falta de compreensão da graça divina, pois a salvação de Israel era gratuita e não por méritos (6.4,5). Além disso, as obrigações da aliança por parte de Israel subentendiam justiça social, e não somente liturgia (6.8).

IV. O GRANDE MANDAMENTO

1. A vontade de Deus. Deus estava realmente procurando uma resposta ética de seu povo da aliança. Os mestres da Lei encontraram 613 preceitos, no Salmo 15 estes estão reduzido a 11, em Isaías 33.15 a 6 mandamentos; Miquéias condensa-os a três: ser honesto em tudo o que fizer; cultivar fidelidade compassiva, e comprometer-se a viver em submissão a Deus. A Bíblia valoriza a obediência de todo o coração acima da conformidade religiosa externa. O ritual de sacrifícios, ou qualquer outra religiosidade externa, sem uma mudança de atitude interior do espírito, fica aquém do arrependimento verdadeiro.
2. O sumário de toda a lei (6.8b). Benevolência, chesed; Strong 02617: Generosidade, misericórdia, bondade, amor infalível; ternura, fidelidade. Chesed ocorre 250 vezes na Bíblia. Ela pode ser melhor traduzida como “bondade”, embora, fidelidade seja, às vezes, a ideia principal. Na maioria das vezes, nas Escrituras, chesed é usada para a misericórdia de Deus. Em Mateus 9.13 Jesus chama misericórdia de assunto mais importante da lei (Mt 23.23). A bondade é uma característica que Deus espera que o homem possua. O homem é tendencioso a ser escrupulosamente atento às coisas externas e esquecer dos princípios fundamentais de moralidade. O Novo Testamento considera a obediência cristã como a prática de boas obras. Os crentes são ricos de boas obras. Não obstante isso, o legalismo distorce a obediência, a motivação e o propósito e jamais produzirá boas obras (Mt 22.37-40).

CONCLUSÃO
Nesta lição vimos que por mais que se pratique de forma correta os rituais que a Lei ordena, esses rituais não podem ser suficientes se o coração do povo não estiver livre de seus pecados. Deus estava irado com Samaria e Jerusalém, pois o povo não o adorava de coração. O povo de Israel e Judá na sua ignorância acerca da vontade do Senhor preferia multiplicar os holocaustos e dar toda a atenção ao cerimonial. Eles não percebiam que o que Deus queria era uma vida de justiça, misericórdia e fé. Muitos crentes também estão presos no ritualismo vazio sem jamais buscarem pela justiça e demais qualidades dadas por Deus. Miquéias deixa claro o desejo de Deus para os israelitas, numa referência que serve também para a Igreja do Senhor: a prática da justiça, o amor à bondade e o andar de forma não soberba diante de nossos pares e do próprio Deus.
N’Ele, que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Ef 2.8),

sábado, 6 de dezembro de 2014



Olha que Jesus Fala contigo hoje! 


Porque te confundes e te agitas diante dos problemas da vida.
Deixe que Eu cuide de todas as tuas coisas e tudo será melhor.

Quando você se entregar a mim, tudo se resolverá com tranqüilidade segundo meus desígnios.
Não se desespere, não me dirija uma oração agitada, como se quisesse exigir o cumprimento dos seus desejos.
Feche os olhos da alma e diga com calma: Jesus, eu confio em Ti.

Evite as preocupações e as angústias e os pensamentos sobre o que pode acontecer depois.
Não bagunce os meus planos, querendo impor suas idéias. Deixa-me atuar com liberdade.

Se abandone confiadamente em Mim.
Repouse em Mim e deixe em minhas mãos o seu futuro.
Faça a sua parte e diga-me freqüentemente: Jesus, eu confio em Ti.

O que mais danos te causa são suas razões, suas próprias idéias, e você querer resolver as coisas da sua maneira.

Quando me disser:
Jesus, eu confio em Ti, não seja como o paciente que pede ao médico que o cure, porque lhe sugere o modo de fazer.

Deixe se levar em Meus braços divinos, não tenha medo, EU TE AMO.
Desejo apenas o seu bem, a sua evolução no caminho da Luz.

Se acredita que as coisas pioram ou se complicam, apesar da sua oração, siga confiando.
Feche os olhos carnais abra seus olhos espirituais.
Continue afirmando a toda hora: Jesus, eu confio em Ti.

Necessito das mãos livres para fazer a minha obra.
Mesmo que a dor seja forte, a ponto de derramar lágrimas dos seus olhos;
Eu estarei com você e com sua família em todos os momentos.

Afirme: Jesus, eu confio em Ti.
Confia em Mim, abandone-se em Mim, jogue para Mim todas as suas angústias e durma tranqüilo.

Diga-me sempre: Jesus, eu confio em Ti, e verás acontecer grandes milagres.
Eu te prometo por meu Amor a você, pois sempre confiarei em ti!.

Ass: Pr. Ricardo



(Mateus 6:9-13)

em aramaico.

Mostro abaixo, em aramaico antigo (ou clássico), 


Mateus 6:9-13, que é uma das passagens bíblicas onde encontramos a oração do Pai Nosso.
Note-se que a palavra final Amém não faz parte do texto original, sendo incluída apenas por tradição.
Esta passagem está de acordo com o, que é um manuscrito da Bíblia Peshitta do século XI A.D., sendo este uma cópia de outro manuscrito mais antigo ainda, do século IV A.D. A escrita utilizada é o estrangelo.

Temos a pronúncia no aramaico oriental, de acordo com Paul Younan (cuja língua nativa é o aramaico). Os hífens (-) indicam a separação de sílabas, e os apóstrofos (‘) preposições inseparáveis. Ao lado de cada frase, a tradução baseada na Peshitta Aramaic/English Interlinear New Testament, de Paul Younan.

Shlama (Olá) abaixo está a transliteração do Pai Nosso no dialeto que Yeshu'a (Jesus) falava o Aramaico Galileu (conhecido como Aramaiyt G'lilaya).PAI NOSSO EM ARAMAICO - com tradução

Awan d’wash-maya
Pai nosso que está no céu

nith-qa-dash shmakh
Santificado seja o Teu nome

teh-teh mal-ku-thakh
venha teu reino

neh-weh tzew-ya-nakh
seja feita Tua vontade

ay-ka-na d’wa-shma-ya ap b’ar-aa
assim no céu também na terra

haw-lan lakh-ma d’sun-qa-nan yaw-ma-na
dá-nos o pão que necessitamos neste dia

w’ash-wuq lan khau-bayn
e perdoa-nos nossas dívidas

ay-ka-na d’ap akh-nan
assim como nós

shwa-qan l’kha-ya-wayn
perdoamos aos nossos devedores

w’la ta-lan l’nes-yu-na
e não nos conduza ao julgamento

e-la pa-tzan min bi-sha
mas livra-nos do mal

me-tol d’di-lakh hi mal-ku-tha
porque Teu é o reino

w’khay-la w’tesh-bukh-ta
e o poder e a glória

l’al-am al-min Am-een
para sempre eternamente Amém

*****

Este dialeto de Aramaico era uma mescla de palavras mistas do Hebraico com o Aramaico, falado na região da antiga Galiléia.

Avunan d'bishmaya
Nosso Pai Celestial

Yeticadash sh'mach
Santificado seu Teu Nome

Tite malcutach
Venha o Teu Reino

Yehie sevionach
Seja feita a Tua vontade

Heicama d'bishmaya af bar'a
Na terra assim como o é nos céus

Hab lan lachma
Nosso pão diário

D'sunchanan yaomana
Dá-nos hoje

U'ashvuk lan hoveinan
Perdoa as nossas dívidas

Heicama d'af enan
Assim como nós

Shbaknan lichayoveinan
perdoamos os nossos devedores

Ula T'ilan linissiuna
Não nos conduza a tentação

Ela patsian min bishta
Mas livra-nos do mal

Mitul dilach'hi malcuta
Pois teu é o Reino

U'cheila u'teshbuchta
O Poder e a Glória

L'alam almin
Para todo o sempre

Amiyn
Amem





                                     A Benção Sacerdotal
A benção sacerdotal (birkatkohanim, ברכת כהנים) ou simplesmente Nesiat Kapayim que literalmente quer dizer ”estender as mãos".
Vemos aqui um ato judaico na tradição cristã, e muitos nem percebem.
YESHUA abençou seus discípulos estendendo as mãos Lc.24:50 os dons do RUACH HAKODESH (ESPÍTITO SANTO) eram repassados aos messiânicos através da imposição das mãos (Nesiat Kapayim) At.8:17-18, 19: 1-7).
 A profecias eram dadas através de imposição de mãos 1Tm.4:14 o reavivamento espiritual 2Tm.1:6, Esse ato era uma doutrina na KEHILAH - Congregação Hb.6:2. YHWH (D_us) instituiu e os servos fiéis obedeceram ministrando a benção sacerdotal.
                                   Bamidbar IV (Números 6)

23 dabbêr 'el-'aharonve'el-bânâyv lê'mor koh thebhârakhu 'eth-benêy yisrâ'êl 'âmor lâhems
   Fala a Arão, e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel; dir-lhes-eis:
24 yebhârekhkha Adonay veyishmerekha s
   O Senhor te abençoe e te guarde;
25 yâ'êr Adonaypânâyv 'êleykha viychunnekhâ s
  O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti;
26 yisâ' Adonay pânâyv 'êleykhaveyâsêm lekha shâlom s
   o Senhor levante sobre ti o seu rosto, e te dê a paz.
27 vesâmu 'eth-shemiy `al-benêy yisrâ'êl va'aniy'abhârakhêm ph
(B'midvar Capítulo 6)
   Assim porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.


 O Senhor te abençoe e te guarde 
יְבָרֶכְךָ יְהוָה, וְיִשְׁמְרֶךָ 
O Senhor faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti 
יָאֵר יְהוָה פָּנָיו אֵלֶיךָ, וִיחֻנֶּךָּ 
O Senhor sobre ti levante o rosto e te dê a paz 
יִשָּׂא יְהוָה פָּנָיו אֵלֶיךָ, וְיָשֵׂם לְךָ שָׁלוֹם







A paz e a graça !


Muitas vezes na vida do cristão as coisas parecem que não estão dando certo.



Que não tem jeito.



Você se questiona o porque desta situação?



Parece que nada esta dando certo, que tudo esta andando pra tras.



Uns pensam em desistir. Chega não vale a pena ser Crente.



Vou para o mundo...



Não se desespere.!!!


Para vencer, você precisa crer em Deus, mas também precisa acreditar em si mesmo. 

Você  pode e vai vencer!


Não pare de lutar.

Pois Jesus diz: "Eu venci o mundo...



E vocês também podem vencer."

Se você cre glorifica ao Senhor!!!


Ass. Pr. Ricardo

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014





A PODEROSA MÃO DE DEUS 


Jó 5 : 8-9) 

“Quanto a mim, eu buscaria a Deus e a ele entregaria a minha causa; ele faz coisas grandes e inescrutáveis e maravilhas que não se podem contar;”.

Meus amados irmãos, minha família, filhinhos da fé amados, queridos do meu coração!

Nosso Tempo não é o tempo de Deus!
Todos desejamos ver nossos sonhos, objetivos, realizações, planos e projetos serem realizados.
A busca que o mundo tem pela realização dos seus sonhos, muitas vezes, é decepcionante, pois, na realidade, não são sonhos, mas apenas fantasias, ou “fantasmas”, ou miragem, ou coisas muito distantes, ou promessas vazias, ou desapontamentos. Deus, porém, na Sua grande Misericórdia, Graça e Bondade tem um Plano Perfeito para que as nossas vidas, realizações, sonhos e projetos sejam uma realidade.
Nós, precisamos crer que Ele espera que sejamos obedientes, pacientes pois Deus quer te abençoar.

Ass: Pr. Ricardo