sexta-feira, 28 de novembro de 2014


Igreja Pentecostal é um movimento cristão protestante que dá grande relevo ao Dia de Pentecostes e que apresenta algumas diferenças em comparação com outras denominações.
O movimento pentecostal começou em 1906, em Los Angeles, quando William J. Seymour pregou, dando origem ao Avivamento da Rua Azusa. Os elementos da Igreja Pentecostal consideram o batismo no Espírito Santo essencial no caminho da salvação. O batismo no Espírito é um fenômeno carismático caracterizado pela glossolalia, conhecido como dom de línguas (1 Coríntios 12:10).
O pentecostalismo se propagou muito rapidamente nos Estados Unidos através da Church of God in Christ, e evoluiu bastante principalmente dentro da comunidade afro-descendente. Além disso, as Assembleias de Deus ficaram muito populares no Chile, Brasil, Indonésia e África do Sul. A partir de 1945 foram organizadas grandes missões populares, onde pregadores utilizavam recursos técnicos avançados. Muitas dessas igrejas marcam presença na Conferência Mundial Pentecostal, que acontece a cada três anos desde 1949 em diferente cidades do mundo.
O termo pentecostal tem origem na palavra Pentecostes, que é uma festa cristã que ocorre 50 dias depois da Páscoa, encerrando o ciclo das festas. Comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos, onde surgiram "línguas de fogo" sobre a cabeça dos apóstolos, sendo que as pessoas que receberam o Espírito Santo começaram a falar em línguas. Este episódio é descrito em Atos dos Apóstolos 2:1-13.
As igrejas pentecostais são muitas vezes conhecidas como igrejas carismáticas, porque revelam manifestações do Espírito Santo.
Algumas das principais diferenças entre a igreja Pentecostal e Batista é que a Pentecostal acredita que o dom de línguas é para qualquer pessoa que tem o Espírito Santo, enquanto os Batistas acreditam que o Espírito Santo capacita cada discípulo com pelo menos um dom que deve ser usado para a edificação da Igreja.
Os batistas (históricos) acreditam que o batismo no Espírito acontece juntamente com a conversão (aceitar Jesus como Senhor e Salvador) e não há manifestação exterior; os batistas independentes acreditam que a pessoa recebe o Espírito Santo no momento da conversão ou depois e pode ser acompanhado com a manifestação de um dom (como o dom de línguas); os pentecostais acreditam que o batismo no Espírito e a conversão são acontecimentos distintos que podem não acontecer em simultâneo, havendo sempre a manifestação pelo dom de línguas.
Movimento Pentecostal.

Introdução


O moderno movimento pentecostal é considerado por muitos estudiosos o fenômeno mais revolucionário da história do cristianismo no século 20, e talvez um dos mais marcantes de toda a história da igreja. Em relativamente poucas décadas, as igrejas pentecostais reuniram uma imensa quantidade de pessoas em praticamente todos os continentes, totalizando hoje, segundo cálculos de especialistas, cerca de meio bilhão de adeptos ao redor do mundo. Mais do que isso, o pentecostalismo acarretou mudanças profundas no panorama cristão, rompendo com uma série de padrões que caracterizavam as igrejas protestantes há alguns séculos e propondo reinterpretações muitas vezes bastante radicais da teologia, do culto e da experiência religiosa. Exatamente agora, sem que muitos se dêem conta – inclusive muitos pentecostais – esse vasto e influente movimento está completando um século. Rigorosamente falando, o pentecostalismo como um fenômeno distinto surgiu nos últimos anos do século 19 ou nos primeiros do século 20. Todavia, por algum tempo ele se manteve relativamente modesto e circunscrito às fronteiras dos Estados Unidos. Seu crescimento vertiginoso e sua difusão internacional ocorreram a partir do famoso Avivamento da Rua Azusa, em Los Angeles, que teve início em abril de 1906.

No Brasil, a magnitude do pentecostalismo é evidente a todos os observadores. Há muitos anos esse segmento congrega a maioria dos protestantes. De acordo com o Censo de 2000, dos 26,2 milhões de evangélicos brasileiros, 17,7 milhões são pentecostais (67%).[1] O crescimento vertiginoso que o protestantismo nacional tem experimentado em décadas recentes reflete principalmente o que ocorre nas igrejas pentecostais. Por causa dos seus pressupostos explícitos ou implícitos, esse movimento tem uma notável capacidade de reinventar-se a cada geração, assumindo formas novas e inusitadas. Isso já ocorreu no passado e ocorre novamente agora com o neopentecostalismo, um fenômeno nitidamente brasileiro. Assim como está se tornando comum falar em protestantismos, também se faz cada vez mais necessário falar em pentecostalismos, tal a diversidade do movimento. Outro fenômeno digno de nota – alvissareiro para alguns e inquietante para outros – é a adoção da cosmovisão pentecostal nas igrejas históricas, quer a católica, quer as protestantes, através do chamado movimento carismático ou de renovação.


O Avivamento da Rua Azusa
Em 1905, Charles Parham mudou-se para o Texas e iniciou uma escola bíblica em Houston. Um dos estudantes atraídos por essa escola foi um ex-garçom negro e pregador holiness, William Joseph Seymour (1870-1922).[13] Era o período da discriminação racial no sul dos Estados Unidos e Parham era simpatizante desse sistema. Seymour assistia às aulas sentado em uma cadeira no corredor ao lado da sala. Algumas semanas mais tarde, ele recebeu o convite para visitar um pequeno grupo batista em Los Angeles. Esse grupo de afro-americanos, pastoreado por uma mulher, Julia Hutchins, havia sido expulso de sua igreja por esposar doutrinasholiness. Seymour, então com trinta e cinco anos, era filho de escravos, tinha pouca cultura, limitados dotes de oratória e era cego de um olho. Escolheu o texto de Atos 2.4 para o seu primeiro sermão em Los Angeles, embora ele mesmo nunca tivesse falado em línguas. A pastora não gostou do seu ensino, mas ele, acompanhado por boa parte do grupo, passou a fazer as reuniões na casa onde estava hospedado. Quando esta se tornou pequena, foram para outra um pouco maior, na Rua Bonnie Brae, onde o avivamento começou no dia 9 de abril de 1906.[14]

Com o passar dos dias, várias pessoas começaram a falar em línguas, primeiro negros, depois brancos, e finalmente o próprio Seymour teve essa tão-sonhada experiência (12 de abril). Nesse mesmo dia, a varanda da frente dessa residência desabou devido ao peso da multidão. Com isso, os líderes alugaram um rústico edifício de madeira na Rua Azusa, perto do centro de Los Angeles. Esse prédio havia abrigado uma igreja metodista negra e posteriormente tinha sido usado como cortiço e estábulo. Imediatamente as reuniões atraíram a atenção da imprensa. O principal jornal da cidade mandou um repórter ao local e este escreveu ridicularizando os fenômenos presenciados. Esse artigo, intitulado “Estranha babel de línguas”, foi publicado no mesmo dia em que um terremoto seguido de um incêndio destruiu a cidade de San Francisco (18 de abril de 1906), no norte na Califórnia. O artigo funcionou como propaganda gratuita e logo em seguida ocorreu o Avivamento da Rua Azusa.

As reuniões eram eletrizantes e barulhentas. Começavam às 10 horas da manhã e prosseguiam por pelo menos doze horas, muitas vezes terminando às 2 ou 3 da madrugada seguinte. Não havia hinários, liturgia ou ordem de culto. Os homens gritavam e saltavam através do salão; as mulheres dançavam e cantavam. Algumas pessoas entravam em transe e caiam prostradas. Até setembro, 13.000 pessoas passaram pelo local e ouviram a nova mensagem pentecostal. Um bom número de pastores respeitáveis foi investigar o que estava ocorrendo e muitos deles acabaram se rendendo ao que presenciaram.

Uma característica marcante dessas primeiras reuniões foi o seu caráter multi-racial, com a participação de negros, brancos, hispanos, asiáticos e imigrantes europeus. A liderança era dividida entre negros e brancos, homens e mulheres. Um artigo do jornal A Fé Apostólica, fundado por Seymour, dizia no número de novembro de 1906: “Nenhum instrumento que Deus possa usar é rejeitado por motivo de cor, vestuário ou falta de cultura”. Outro artigo informava que em um culto de comunhão que durou toda a noite havia pessoas de mais de vinte nacionalidades. Uma frase comum na época dizia que “a linha divisória da cor havia sido lavada pelo sangue”. Diante da longa e terrível história de racismo e segregação nos Estados Unidos, esse fato só podia deixar encantados os participantes e observadores do avivamento, que viam nisso mais uma prova de que o movimento vinha de Deus.

Todavia, desde o início também houve uma série de problemas: médiuns espíritas tentavam realizar sessões durante os cultos; enquanto muitas pessoas sentiam a presença de Deus, outras ficavam no fundo do salão discutindo e condenando; havia muitas críticas de jornais e de líderes eclesiásticos. Houve também algumas crises internas: choques de personalidade, fanatismo, divergências doutrinárias e separação racial. Com o passar do tempo, Seymour e outros líderes negros acabaram assumindo o controle da missão, excluindo os brancos e os hispanos. O próprio Parham visitou o local em outubro de 1906 e ficou chocado com certas manifestações que presenciou.[15]

Após cerca de três anos de reuniões diárias de alta intensidade, o avivamento entrou em declínio. Depois da morte de Seymour em 1922 e de sua esposa Jennie em 1936, a missão fechou as portas e o edifício foi demolido. Todavia, um novo capítulo na história da igreja havia começado. Há alguns anos foi colocada na praça anexa a esse local histórico uma placa com os seguintes dizeres:

Missão da Rua Azusa – Esta placa comemora o local da Missão da Rua Azusa, que estava localizada na Rua Azusa 312. Formalmente conhecida como Missão da Fé Apostólica, ela serviu como nascedouro do Movimento Pentecostal internacional de 1906 a 1931. O pastor William J. Seymour superintendeu o “Avivamento da Rua Azusa”. Ele pregou uma mensagem de salvação, santidade e poder, recebeu visitantes de todo o mundo, transformou a congregação em um centro multicultural de adoração e comissionou pastores, evangelistas e missionários para levaram ao mundo a mensagem do Pentecoste (Atos 2.1-41). Hoje os membros da Movimento Pentecostal/Carismático totalizam meio bilhão ao redor do mundo. Fevereiro de 1999 – Comissão Memorial da Rua Azusa.[16]

Portanto, o movimento pentecostal tem dois fundadores: Charles Parham e William Seymour. Parham foi o primeiro a fazer a afirmação fundamental de que o falar em línguas era a evidência visível e bíblica do batismo com o Espírito Santo. A importância de Seymour, o discípulo de Parham, reside no fato de que sob sua liderança, através do Avivamento da Rua Azusa, o pentecostalismo se tornou um fenômeno internacional e mundial a partir de 1906. Nos Estados Unidos, as primeiras denominações pentecostais foram, entre outras: a Igreja de Deus de Camp Creek (Carolina do Norte), a Igreja de Deus de Cleveland (Tennessee), a Igreja da Fé Apostólica (Portland, Oregon) e as Assembléias de Deus (Hot Springs, Arkansas). Um líder extremamente importante foi William H. Durham, de Chicago, cidade que teve grande influência na internacionalização do movimento.

O pentecostalismo no Brasil

A partir de Los Angeles, e especialmente de Chicago, o pentecostalismo rapidamente se irradiou para vários outros países. O movimento entrou cedo na América Latina, primeiro no Chile (1909) e logo em seguida no Brasil (1910). No início o crescimento nesses e em outros países foi lento, mas se intensificou a partir da década de 50. Desde os anos 70, o pentecostalismo também se expandiu na América Central, especialmente na Guatemala e El Salvador, onde representa respectivamente 30% e 20% da população. No Chile, cerca de  80% dos protestantes são pentecostais. Nesse país, o pentecostalismo marcou a nacionalização do protestantismo. São muitas as razões da expansão pentecostal na América Latina: as vicissitudes históricas da obra evangelística e pastoral católica, o limitado trabalho das denominações protestantes, o misticismo das culturas ibero-americanas, os graves problemas econômicos, políticos e sociais.

A primeira manifestação de entusiasmo religioso no protestantismo brasileiro é atribuída por Émile Léonard ao movimento liderado por Miguel Vieira Ferreira (1837-1895).[22] Esse engenheiro, presbítero e pregador leigo da Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro, membro de uma família aristocrática de São Luís do Maranhão, acreditava que Deus ainda se revelava diretamente às pessoas, como nos tempos bíblicos. Dotado de um temperamento místico, certa vez teve uma espécie de transe, ficando totalmente imóvel por longo período de tempo. Disciplinado pela igreja por insistir nas suas idéias, o Dr. Miguel retirou-se com um grupo de crentes, a maior parte parentes seus, e criou a Igreja Evangélica Brasileira (1879), que subsiste até hoje. Todavia, esse grupo é diferente em vários aspectos do movimento pentecostal surgido algumas décadas mais tarde.[23]

O sociólogo Paul Freston fala sobre “três ondas” ou fases de implantação do pentecostalismo no Brasil.[24] A primeira onda, ainda nos primeiros anos do movimento pentecostal norte-americano, trouxe para o país duas igrejas: a Congregação Cristã no Brasil (1910) e as Assembléias de Deus (1911). Essas igrejas dominaram amplamente o campo pentecostal durante quarenta anos. A Assembléia de Deus foi a que mais se expandiu, tanto numérica quanto geograficamente. A Congregação Cristã, após um período em que ficou limitada à comunidade italiana, sentiu a necessidade de assegurar sua sobrevivência por meio do trabalho entre os brasileiros. É interessante o fato de que, quando chegaram os primeiros pentecostais, todas as denominações históricas já haviam se implantado no país: anglicanos, luteranos, congregacionais, presbiterianos, metodistas, batistas e episcopais. Todavia, o seu crescimento havia sido modesto. Em 1931, fazendo um levantamento sobre o protestantismo nacional, Erasmo Braga ironicamente dedicou apenas umas poucas linhas à Assembléia de Deus e nem se referiu à Congregação Cristã no Brasil.[25]

A segunda onda pentecostal ocorreu na década de 50 e início dos anos 60, quando houve uma fragmentação do campo pentecostal e surgiram, entre muitos outros, três grandes grupos ainda ligados ao pentecostalismo clássico: Igreja do Evangelho Quadrangular (1951), Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil para Cristo (1955) e Igreja Pentecostal Deus é Amor (1962), todas voltadas de modo especial para a cura divina. Essa segunda onda coincidiu com o aumento do processo de urbanização do país e o crescimento acelerado das grandes cidades. Freston argumenta que o estopim dessa nova fase foi a chegada da Igreja Quadrangular com os seus métodos arrojados, forjados no berço dos modernos meios de comunicação de massa, a Califórnia.[26] Esse período revela uma tendência digna de nota – a crescente nacionalização do pentecostalismo brasileiro. Enquanto que a Igreja Quadrangular ainda veio dos Estados Unidos, as outras duas surgidas na mesma época tiveram raízes integralmente brasileiras.

A terceira onda histórica do pentecostalismo brasileiro começou no final dos anos 70 e ganhou força na década de 80, com o surgimento das igrejas denominadas “neopentecostais”, com sua forte ênfase na teologia da prosperidade. Sua representante máxima é a Igreja Universal do Reino de Deus (1977), mas existem outros grupos significativos como a Igreja Internacional da Graça de Deus (1980), Igreja Renascer em Cristo, Comunidade Sara Nossa Terra, Igreja Paz e Vida, Comunidades Evangélicas e muitas outras. Assim como a ênfase da primeira onda foi o batismo com o Espírito Santo e o conseqüente falar em línguas, a da segunda onda foi a cura e a da terceira, o exorcismo e mensagem da prosperidade. Uma importante precursora dos grupos neopentecostais foi a Igreja de Nova Vida, fundada pelo canadense “bispo” Robert McAllister, que rompeu com a Assembléia de Deus em 1960. Essa igreja foi pioneira de um pentecostalismo de classe média, menos legalista, e investiu muito na mídia. Foi também a primeira igreja pentecostal a adotar o episcopado no Brasil. Sua maior contribuição foi o treinamento de futuros líderes como Edir Macedo e seu cunhado Romildo R. Soares.[27]

Outros grupos pentecostais e neopentecostais brasileiros resultaram da chamada “renovação carismática”. Esse movimento surgiu nos Estados Unidos no início dos anos 60, com a ocorrência de fenômenos pentecostais nas igrejas protestantes históricas e também na Igreja Católica Romana.[28] No Brasil, a “renovação” produziu divisões em quase todas as denominações mais antigas, com o surgimento de grupos como a Igreja Batista Nacional, a Igreja Metodista Wesleyana e a Igreja Presbiteriana Renovada. Essa adoção de crenças e práticas carismáticas, principalmente na área do culto, continua afetando em maior ou menor grau as denominações tradicionais até hoje. A esta altura, é oportuno considerar alguns representantes significativos do pentecostalismo brasil


FONTE http://www.mackenzie.br/6982.html




(Salmo 126) 



" Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham.
Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cânticos; então se dizia entre as nações: Grandes coisas fez o Senhor a estes.
Grandes coisas fez o Senhor por nós e por isso estamos alegres.
Faze-nos regressar outra vez do cativeiro, Senhor, como as correntes do sul.
Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria.
Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará sem dúvida com alegria, trazendo consigo os seus molhos."


Caminhando ... 
Conversando ... 
Semeando ...


Assim, olhe para você mesmo(a) neste momento.
Eu me vi buscando a simplicidade de Cristo, o Semeador Maior, Caminhando ... Conversando ... Semeando ... e Chorando ...
E, o Semeador Maior agora vive em mim, vive em você.
Levamos o Semeador Maior, a preciosa Semente, vivo em nós, manifestado em nós, que nos constrange em amor para cada momento lançarmos aos corações A Semente.
O Espírito Santo leva-nos ao choro sobrenatural, choro que vem daquele que sabe a real verdade de todas as coisas. Amor pelas almas.
As lágrimas regam as terras secas, desérticas, dos corações, para salvar a semente, ajudar para que "a terra" não mate a semente.
Ah Deus Amado, e chegará o dia, o glorioso dia, aleluia, em que estaremos não de mãos vazias, mas carregando nossos molhos, que nasceram, durante a nossa caminhada, das sementes regadas sobre a terra com as nossas lágrimas, em orações, súplicas, intercessões e jejuns.
E glorioso júbilo encherá os Céus da Glória .
Aleluia!

Ass: Pr Ricardo